Tumores cerebrais em crianças

O diagnóstico de tumores em pessoa adulta gera muita preocupação ao paciente, embora os recursos médicos de hoje em dia possam levar, em muitos casos, à cura. Quando tumores são diagnosticados em crianças, os pais, evidentemente, ficam alarmados e são momentos difíceis para eles em busca de tratamento que assegure a boa saúde do filho. O neurocirurgião pediátrico José Aloysio da Costa Val Filho, chefe do Serviço de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Vila da Serra, Mestre e Doutor em Ciências da Cirurgia pela UFMG, explica que “na criança, apesar de não ser muito frequente, os tumores cerebrais são o segundo tipo mais incidente, diferente do que ocorre no adulto. Os sintomas podem ser dor de cabeça constante, convulsões, piora visual e dificuldade para mover alguns dos membros”.

O neurocirurgião pediátrico José Aloysio da Costa Val, do Hospital Vila da Serra: “boa parte dos tumores cerebrais em crianças é benigna”

O diagnóstico de tumores em pessoa adulta gera muita preocupação ao paciente, embora os recursos médicos de hoje em dia possam levar, em muitos casos, à cura. Quando tumores são diagnosticados em crianças, os pais, evidentemente, ficam alarmados e são momentos difíceis para eles em busca de tratamento que assegure a boa saúde do filho. O neurocirurgião pediátrico José Aloysio da Costa Val Filho, chefe do Serviço de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Vila da Serra, Mestre e Doutor em Ciências da Cirurgia pela UFMG, explica que “na criança, apesar de não ser muito frequente, os tumores cerebrais são o segundo tipo mais incidente, diferente do que ocorre no adulto. Os sintomas podem ser dor de cabeça constante, convulsões, piora visual e dificuldade para mover alguns dos membros”.

Segundo ele, boa parte dos tumores cerebrais em crianças é benigna, podendo ser tratada com procedimentos cirúrgicos. “Mesmo os de natureza maligna, quando a cirurgia é possível, podem beneficiar-se posteriormente de tratamento complementar (radio e quimioterapia) e terem boa evolução”.

“Os tipos mais comuns em crianças são tumores líquidos, as leucemias, os linfomas. Os tumores do sistema nervoso central, ou seja, do cérebro e da medula, são os tumores sólidos, mais incidentes nesta faixa etária”, acrescenta.

Felizmente, hoje, afirma o especialista, “existem muitos avanços no tratamento das crianças, tanto do ponto de vista tecnológico, como do ponto de vista de terapia de apoio, o que leva a bom prognóstico, com aumento da sobrevida e, em alguns casos, com a cura definitiva da doença”. Esse tratamento, ressalta, “deve ser conduzido por neurocirurgião pediátrico que entende melhor da fisiologia, tamanho e peso da criança, e consegue propor abordagens mais apropriadas para essa faixa etária, o que poderá gerar um melhor prognóstico para sua vida no futuro”.

O Dr. José Aloysio da Costa Val Filho, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Pediátrica, destaca ainda que a boa abordagem desses tumores depende da estrutura do serviço (instrumental, experiência da equipe, CTI Infantil) e conhecimento das particularidades das crianças. “Nesse sentido, o Hospital Vila da Serra oferece todas as condições para o tratamento cirúrgico dos tumores cerebrais na infância, oferecendo vários diferenciais para estes pequenos pacientes. Inicialmente há uma equipe de pediatria de primeira linha, com os melhores profissionais do estado e presente 24h no hospital, propiciando a assistência de base fundamental para a criança, antes e depois da cirurgia. O CTI infantil cirúrgico, que acolhe as crianças no pós-operatório, tem toda a infraestrutura física, equipamentos de última geração e equipe médica especializada”.

Para a cirurgia, destaca, além da experiência e expertise da equipe, o Hospital conta também com microscópio cirúrgico de última geração que permite, entre outras facilidades, a fluoroscopia transoperatória. “Esta técnica ajuda a diferenciar, em tempo real, o tecido tumoral do tecido cerebral sadio, o que aumenta a segurança para a criança de maneira significativa, com menor risco de sequelas”

“Contamos, também, com aparelhagem para neuroendoscopia de última geração. Assim várias abordagens no cérebro infantil, seja tratando consequências do tumor, como as hidrocefalias, ou mesmo biopsiando ou ressecando o tumor, têm mínima a invasão a este órgão. Através do neuroendoscópio é possível o acesso a áreas do cérebro inacessíveis por outros meios e a realização de técnicas específicas, com uma agressão mínima ao cérebro”. A criança contará ainda com assistência da Fisioterapia, Fonoaudiologia e da Psicologia Infantil”, finaliza.

 

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