Sedentarismo e postura inadequada podem causar dores na coluna

Por Rodrigo D’Alessandro de Macedo/ Ortopedista e especialista em Coluna, do corpo clínico do Instituto Mineiro de Ortopedia e Traumatologia-IMOT

Do dia para a noite, o confinamento social preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) alterou os hábitos de milhares de pessoas. Passadas algumas semanas, os resultados do sedentarismo já começam a aparecer na forma de quilos a mais na balança em dores na coluna, por exemplo.

“Para prevenir o enfraquecimento ósseo, um banho de sol diário de 15 minutos é importante”

Do dia para a noite, o confinamento social preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) alterou os hábitos de milhares de pessoas. Passadas algumas semanas, os resultados do sedentarismo já começam a aparecer na forma de quilos a mais na balança em dores na coluna, por exemplo.

Esse problema que é desencadeado por sobrepeso, artrose, fraqueza da musculatura abdominal e das costas ganhou um novo aliado: o aumento do tempo que as pessoas têm passado assentadas na frente dos computadores ou assistindo TV com a postura errada, para acompanhar o noticiário sobre o coronavírus.

Quem tem predisposição a ter dores na coluna sabe que tem que se cuidar nesse momento. Seguir o tratamento médico à risca evita a piora dos sintomas. No entanto, os indivíduos que pararam de fazer atividade física também podem sentir esse tipo de desconforto depois de alguns dias.

Evitar o problema e minimizar as crises é possível. Uma caminhada dentro do apartamento ou no quintal, por um período de 20 a 40 minutos, é medida básica para manter a saúde da coluna em dia. Esse é o tempo recomendado também para quem tem bicicleta ergométrica ou esteira.

Para prevenir o enfraquecimento ósseo, um banho de sol diário de 15 minutos também é importante, já que promove a sintetização da vitamina D na pele e a absorção do cálcio pelo organismo.

No entanto, há ocorrências que exigem atendimento médico. Se a pessoa tem problemas na coluna e a intensidade da dor tem aumentado ou não há melhora com o uso dos analgésicos prescritos para o tratamento, é importante fazer contato com o médico responsável. A regra também vale para quem tem quadro de dor com histórico de febre.

No caso de quedas – principalmente entre idosos – o atendimento médico também não pode ficar para depois da quarentena, visto que pode haver uma piora nos sintomas. Da mesma forma, dores extremas ou localizadas, associadas com febre e prostração também merecem uma atenção especial.

Mas antes de ir para o pronto-atendimento, entre em contato com o médico para receber orientação por meios digitais ou por telefone, ou para agendar consultas em clínicas, onde circula um número bem menor de pessoas.

No mais, em breve, quando o período de quarentena acabar, todos vão precisar da coluna em bom estado, para dar continuidade à vida. Então, cuide-se e, desde já, retome hábitos saudáveis.

  • Serviço:
  • Dr. Rodrigo D´Alessandro de Macedo/ Ortopedista, especialista em Coluna
  • Instituto Mineiro de Ortopedia e Traumatologia- IMOT
  • Fone: 31-3344-2777
  • www.imotbh.com.br

 

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