Queloides: se você tem propensão, todo cuidado é pouco

Se você tem propensão a queloides todo cuidado é pouco por que um pequeno arranhão, uma acne, uma queimadura, um furo na orelha, um piercing, feridas traumáticas e locais de vacinação podem gerar uma cicatrização anormal, caracterizada por um crescimento do tecido além da área do ferimento, deixando a cicatriz mais saliente, avermelhada, rosada ou escura.

Crédito: Dr. Michael H. Tirgan

Se você tem propensão a queloides todo cuidado é pouco por que um pequeno arranhão, uma acne, uma queimadura, um furo na orelha, um piercing, feridas traumáticas e locais de vacinação podem gerar uma cicatrização anormal, caracterizada por um crescimento do tecido além da área do ferimento, deixando a cicatriz mais saliente, avermelhada, rosada ou escura.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, “Indivíduos com pigmentação mais escura, pessoas negras e pessoas asiáticas são mais propensos a terem queloides. Tantos homens quanto mulheres podem desenvolvê-los. No entanto, há uma maior incidência no sexo feminino.

Quem tem queloide queixa-se de dores, coceiras ou de uma sensação de queimação no local e ao redor da cicatriz. A depender da área afetada também pode ocorrer limitação do movimento ou dor na movimentação. Nesse sentido, é importante você informar o seu médico que tem propensão a ter queloides, principalmente antes de qualquer ato cirúrgico.

Mesmo sendo uma alteração benigna, portanto sem risco para a saúde, além do vermelhidão, possíveis dores e sensação de queimação, há uma questão estética que pode ser minimizada.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, “até agora não há uma terapêutica isolada como sendo a mais eficaz. Na grande maioria dos casos, os tratamentos são associados para evitar as recidivas”.

Hoje em dia há várias possibilidades, como a infiltração de medicamentos anti-inflamatórios que reduzem a espessura/volume da cicatriz e melhoram a contratilidade da pele na área afetada; a cirurgia, como medida de controle de recidiva, com aplicação também de medicamentos específicos; e a utilização de curativos oclusivos e compressivos, como a fita de silicone, que ajudam a diminuir a vascularização e inibir o seu crescimento, bem como a crioterapia e o lazer.

 

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