Outubro Rosa: mês de conscientização sobre o câncer de mama

Todos nós conhecemos histórias de mulheres que têm ou tiveram câncer de mama e sabemos dos seus momentos difíceis desde a descoberta da doença, passando pelas etapas do tratamento. Depois do câncer de pele, o câncer de mama é o que mais acomete as mulheres no Brasil. A doença também ocorre em homens, mas em número muito menor. Nesse sentido, é fundamental ressaltarmos a importância do diagnóstico precoce da doença, orientação sempre destacada pelos mastologistas.

Luiz Francisco Corrêa - Jornalista / Diretor da Via Comunicação / membro do Conselho Curador da Fundação de Pesquisa e Ensino da Cirurgia – FUPEC / Diretor e Editor do Portal Medicina e Saúde

Todos nós conhecemos histórias de mulheres que têm ou tiveram câncer de mama e sabemos dos seus momentos difíceis desde a descoberta da doença, passando pelas etapas do tratamento. Depois do câncer de pele, o câncer de mama é o que mais acomete as mulheres no Brasil. A doença também ocorre em homens, mas em número muito menor. Nesse sentido, é fundamental ressaltarmos a importância do diagnóstico precoce da doença, orientação sempre destacada pelos mastologistas.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer-INCA, o câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama, cujo processo resulta em um tumor.

Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem a característica próprias de cada tumor.

Para 2019, foram estimados 59.700 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 51,29 por 100 mil mulheres. A região do país em que o câncer de mama não é o mais comum entre as mulheres é a Norte, onde o colo de útero ocupa a primeira posição (Atlas da Mortalidade do Câncer). A estimativa do INCA é de 66.280 para 2020.

A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença. Segundo o INCA, aumentam ainda mais o risco para o câncer de mama os fatores ambientais e comportamentais, tais como obesidade e sobrepeso após a menopausa; sedentarismo e inatividade física; consumo de bebida alcoólica; exposição frequente a radiações ionizantes (raio X); aspectos da história reprodutiva e hormonal, como a primeira menstruação antes dos 12 anos; não ter tido filhos; primeira gravidez após os 30 anos; parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos; além de aspectos genéticos e hereditários, como história familiar de câncer de ovário, casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos, entre outros.

De acordo com o INCA, a mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver a doença. O câncer de mama de caráter genético /hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da patologia. Ainda segundo o INCA, é importante salientar que a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença.

Como se sabe, a prevenção é fundamental para que doenças sejam evitadas. No caso do câncer de mama, hoje existem avanços no tratamento. Assim, as mulheres devem procurar regularmente o mastologista, profissional apto para uma consulta profunda, que poderá orientar sobre a prevenção e, se for o caso, apontar caminhos para tratamento.

Portal Medicina & Saúde (31)3586-0937 | FAÇA CONTATO

medicina & saúde nas redes