Lombalgia em crianças e adolescentes

Por ano, 400 mil pessoas morrem no Brasil em decorrência de problemas cardíacos

É cada vez mais comuns pais relatarem que seus filhos têm dor nas costas e, essa constatação, é também dos ortopedistas que recebem crianças e adolescentes para consultas em seus consultórios.

O ortopedista Rodrigo D´Alessandro de Macedo: “a presença dos pais durante a consulta é muito importante”

É cada vez mais comuns pais relatarem que seus filhos têm dor nas costas e, essa constatação, é também dos ortopedistas que recebem crianças e adolescentes para consultas em seus consultórios.

O ortopedista Rodrigo D´ Alessandro de Macedo, especialista em coluna, do corpo clínico do Instituto Mineiro de Ortopedia e Traumatologia (IMOT), em Belo Horizonte, destaca que revisões recentes da literatura médica sugerem que a incidência de dor nas costas em crianças e adolescentes é maior que os dados anteriores refletiam. “Um estudo na Suíça demonstrou que cerca de 27% de jovens estudantes experimentaram pelo menos um episódio de dor lombar, mas somente poucos procuraram auxílio médico. Este estudo também observou que que 23,6% dos atletas competitivos e 15,8% dos atletas recreacionais apresentaram queixa de lombalgia”.

O ortopedista ressalta que a presença dos pais durante a consulta é muito importante pois geralmente eles completam as informações obtidas assim como compreender a relação familiar. “Muitas vezes, o que é dito não é tão revelador quanto ao que é observado”, afirma.

Ele explica que exames de radiografia da coluna devem ser feitos de rotina. Caso a criança esteja com sintomas significativos e a radiografia não seja conclusivo os exames de cintilografia e/ou ressonância devem ser considerados. “E, em algumas situações torna-se necessário a realização de exames laboratoriais. Apesar da eficiência dos exames complementares a avaliação clínica é de suma importância”.

Para o Dr. Rodrigo D´ Alessandro a dor lombar na criança e no adolescente é uma área fascinante na ortopedia infantil. “A incidência é bem mais alta quando uma pesquisa em grande grupo é realizada. A maioria destes pacientes não procuram assistência médica. Dentro do grupo de pacientes que buscam auxílio médico, a incidência de causas específicas para o sintoma é alta. Uma história medica detalhada e exames complementares devem ser realizados”.

“Com uma pesquisa detalhada, uma causa especifica pode ser identificada em mais que a metade dos pacientes. A criança e o adolescente não devem ser comparados com os adultos, e o diagnóstico de sobrecarga e/ou estiramento só podem ser considerados após afastar outras causas de os sintomas serem excluídas Problemas psicossociais podem se apresentar como dor lombar em crianças e adolescentes e não podem ser negligenciados na avaliação inicial. Muitos jovens podem repetir as queixas que escutam de outros familiares”, acrescenta.

Ele conclui: “esses pacientes devem ser avaliados por profissionais experientes para que o diagnóstico correto seja realizado de forma rápida e confiável e assim propor um tratamento específico. ”

  • Serviço
  • Dr. Rodrigo D´Alessandro de Macedo
  • IMOT- Instituto Mineiro de Ortopedia e Traumatologia
  • Rua Grão Pará, 648.
  • Santa Efigênia, Belo Horizonte-MG
  • Fone: 31- 334 42777
  • Site: imotbh.com.br

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