Hospital Vila da Serra já oferece o exame de RFR

Por ano, 400 mil pessoas morrem no Brasil em decorrência de problemas cardíacos

O Hospital Vila da Serra (HVS) inova mais uma vez e traz a Belo Horizonte a tecnologia de Reserva de Fluxo Racionada (RFR), um exame que permite diagnosticar, por meio de imagens, lesões cardíacas de nível intermediário e definir qual o método de tratamento mais indicado para a correção do problema. A novidade reafirma o compromisso da instituição com a saúde da família mineira.

O cardiologista intervencionista João Carlos Bello Lisboa com equipe de Hemodinâmica do HVS

O Hospital Vila da Serra (HVS) inova mais uma vez e traz a Belo Horizonte a tecnologia de Reserva de Fluxo Racionada (RFR), um exame que permite diagnosticar, por meio de imagens, lesões cardíacas de nível intermediário e definir qual o método de tratamento mais indicado para a correção do problema. A novidade reafirma o compromisso da instituição com a saúde da família mineira.

O equipamento é uma evolução do procedimento Fluxo Fracionado de Reserva do Miocárdio (FFR), também disponível no HVS, inaugurado na última semana, conforme o coordenador de Hemodinâmica do Hospital, Dr. João Carlos Bello Lisboa, que é cardiologista intervencionista e membro do quadro clínico da instituição desde 2009.

“A inclusão desse procedimento permite que nossa equipe de especialistas seja mais efetiva nos tratamentos, pois detecta as lesões intermediárias duvidosas – muitas vezes imperceptíveis pelos métodos não invasivos – e indique o tratamento mais correto, seja por angioplastia - nos casos de menor repercussão -, ou por ponte de safena, naqueles que apresentam um potencial de gravidade maior”, enfatiza.

Ele explica, ainda, que a doença coronária se inicia na infância e que a prevenção dos casos em jovens não deve ser negligenciada ou substituída por dieta e exercícios físicos. “Existe uma crítica dos colégios norte-americano, europeus, asiáticos e sul-americanos em relação à postura da Medicina de não tratar clinicamente pacientes jovens que apresentam fatores de risco, com taxas de colesterol e triglicérides alteradas, ou que tenham histórico familiar de doenças cardíacas. Com isso, têm aumentado muito as ocorrências fatais nessas faixas etárias”, ressalta o cardiologista.

Da mesma forma, as mulheres também têm tido esse tipo de problema nos últimos anos, com maior frequência, devido aos aspectos estressantes e sedentários da vida moderna. Assim, o RFR representa uma possibilidade de avaliar potenciais riscos da lesão cardíaca e prevenir ocorrências que podem causar a morte da paciente.

João Carlos Lisboa também alerta que quadros infecciosos, como é o caso da Covid-19, podem instabilizar quadros de lesões coronárias e gerar possibilidade de arritmias ou mesmo de infarto. “Assim, o paciente que tem doenças coronárias, ou fatores de risco, deve manter o tratamento durante esse período”, recomenda.

TAVI

O Hospital também foi o primeiro da capital a realizar o procedimento TAVI, que é usado para fazer a reposição ou implante da válvula aórtica transcateter. Esse método ficou famoso em 2019, depois que o vocalista do Rolling Stones, Mick Jagger, foi submetido à técnica, em Nova York.

 

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