Como agir diante de alguém que esteja sofrendo uma morte súbita!

(Sobrac realiza live a respeito nesta segunda-feira, 20 de julho, 20h.)

A população precisa ter informações sobre morte súbita para poder agir em situações emergenciais. Para que se tenha uma ideia, 86% das mortes súbitas ocorrem nos próprios lares das vítimas e 14% dos casos em vias públicas ou em lugares de grande concentração de pessoas. Daí a importância da live que a Sociedade de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) realiza nessa segunda-feira, 20 de julho, às 20 horas, através do Instagram da entidade, com o tema “Morte súbita no esporte e no cotidiano: como evitar”.

A população precisa ter informações sobre morte súbita para poder agir em situações emergenciais. Para que se tenha uma ideia, 86% das mortes súbitas ocorrem nos próprios lares das vítimas e 14% dos casos em vias públicas ou em lugares de grande concentração de pessoas. Daí a importância da live que a Sociedade de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) realiza nessa segunda-feira, 20 de julho, às 20 horas, através do Instagram da entidade, com o tema “Morte súbita no esporte e no cotidiano: como evitar”.

Entenda mais sobre o assunto:

Morte súbita é um evento abrupto e inesperado de causa cardíaca, que ocorre dentro de uma hora após o início dos sintomas em pessoas que não apresentavam indícios anteriores e que não tinham nenhuma condição clínica considerada potencialmente fatal nas 24 horas antes do óbito. Pode acontecer em indivíduos de qualquer faixa etária, sendo atletas ou não, que possuem alguma doença cardíaca subjacente. Pode ser também a primeira manifestação em pacientes sem doença ou sintomas prévios.

A maioria das mortes ocorre fora do ambiente hospitalar, sendo necessário um atendimento rápido para que se evite a morte definitiva ou sequelas decorrentes da parada cardíaca. Segundo a cardiologista Luciana Armaganijan, membro da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), a cada minuto que se passa entre a parada?cardíaca?e o início das manobras de reanimação?cardíaca, reduz-se em 10% a taxa de sobrevivência. Após 5 minutos, o risco de óbito é de 50%,?se nenhuma atitude for tomada. “Além disso,?a demora no atendimento?aumenta de forma significativa o risco de sequelas neurológicas irreversíveis nos pacientes sobreviventes”, ressalta a médica, alertando para que em situações como essa, uma das primeiras providências a ser tomada é acionar o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), através de chamada gratuita para o telefone 192.

Tendo o trânsito como um dos grandes entraves nas grandes cidades, enquanto o SAMU não chega, o atendimento pode ser realizado pelo leigo, devidamente treinado. Por isto, é preciso treinar a população para reconhecer uma parada cardíaca e prestar o atendimento inicial: massagem cardíaca e até o uso correto do desfibrilador.

Entenda o que fazer diante de uma vítima:

A população precisa ter informações sobre morte súbita para poder agir em situações emergenciais class=

A população precisa ter informações sobre morte súbita para poder agir em situações emergenciais class=

A população precisa ter informações sobre morte súbita para poder agir em situações emergenciais class=

Essas são algumas das informações que serão debatidas na LIVE que a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) irá realizar nesta segunda-feira, dia 20, às 20h, no seu Instagram (@sobrac). A LIVE contará com as especialistas Luciana Armaganijan e Elenir Nadalin, membros da SOBRAC.

Fonte: Site da SOBRAC

 

Portal Medicina & Saúde (31)3586-0937 | FAÇA CONTATO

medicina & saúde nas redes