Cirurgia robótica: Hospital Vila da Serra oferece a técnica há dois anosPioneiro em Minas Gerais, o projeto Da Vinci – Cirurgia Robótica, fruto da parceria entre o Hospital Vila da Serra e a Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) está completando dois anos de atividades com mais de 500 procedimentos realizados em diversas especialidades médicas e 40 cirurgiões capacitados para oferecer essa técnica em Belo Horizonte nas especialidades torácica, oncológica, ginecológica e urológica.

O médico José Eduardo Távora: “a cirurgia robótica traz benefícios expressivos para o paciente”.

Pioneiro em Minas Gerais, o projeto Da Vinci – Cirurgia Robótica, fruto da parceria entre o Hospital Vila da Serra e a Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) está completando dois anos de atividades com mais de 500 procedimentos realizados em diversas especialidades médicas e 40 cirurgiões capacitados para oferecer essa técnica em Belo Horizonte nas especialidades torácica, oncológica, ginecológica e urológica.

O diretor técnico do projeto e médico urologista, Dr. José Eduardo Távora, comenta que o projeto Da Vinci, presente no hospital Vila da Serra, é um case de sucesso para a medicina mineira, já que é mantido com controle de custos, excelência no treinamento e capacitação dos profissionais e, ainda, resultados positivos para a sociedade, com um atendimento médico de alta tecnologia. “Nosso próximo desafio é incluir a cirurgia robótica na lista de procedimentos cobertos pelos planos de saúde”, enfatiza. Os responsáveis pelo projeto também pretendem captar novos parceiros no Estado, para a ampliação da oferta da técnica.

Vantagens.

“A cirurgia robótica traz benefícios expressivos para o paciente, já que o procedimento é minimamente invasivo, praticamente indolor, com menor sangramento que no método tradicional e com menos efeitos colaterais”, ressalta o médico. Com isso, o tempo de internação é menor e a recuperação do paciente é mais rápida, se comparada com o método tradicional.

Segundo o Dr. José Eduardo Távora, a mão robótica também facilita a manipulação dos tecidos do paciente, já que o equipamento gira em 360 graus, enquanto o alcance do punho humano não ultrapassa 180 graus. O equipamento permite que o médico tenha visão tridimensional e ampliada em 12 vezes da área do corpo, com ganho de precisão e detalhe anatômico, principalmente em áreas de difícil acesso e, consequentemente, redução dos traumas decorrentes, como sangramentos.

 

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